Azeites & Óleos - Rancho Orgânico

Azeites & Óleos

Azeite de Oliva!

O azeite de oliva é rico em ácidos graxos monoinsaturados, principalmente o oleico (ômega-9), que possuem propriedades de reduzir concentrações sanguíneas de LDL (ou “mau” colesterol) e aumentar o HDL (“bom” colesterol). Possui ótima quantidade de polifenois, responsáveis pelo seu sabor característico, e que possuem ação antioxidante, ajudando na prevenção de doenças cardiovasculares, protegendo contra alguns tipos de câncer, e com o papel importante na produção de compostos que mediam a inflamação no organismo como um todo!

Diversos fatores influenciam na qualidade do azeite de oliva, como a variedade da azeitona, condições climáticas na etapa de produção, tipo de solo, práticas do cultivo, estado de maturação do fruto, acidez e tempo de processamento das azeitonas após a colheita. Sendo assim, o azeite pode ser classificado em diferentes tipos. Aqui selecionamos os melhores para o paladar e saúde:

Azeite extravirgem: Possui acidez menor ou igual a 0,80%, e é bem avaliado nos testes sensoriais. É um produtos de alta qualidade e normalmente utilizado na finalização de pratos ou saladas.

Azeite virgem: Boa qualidade, mas pode apresentar “defeitos” de cheiro e sabor em comparação ao azeite extravirgem. Apresenta acidez entre 0,8 a 2%.

Mas, o que significa a acidez do azeite?

A acidez determina a qualidade do azeite. O conteúdo de acidez depende de vários fatores, como por exemplo, as pragas que estiveram em contato com a oliveira, o clima, a manipulação das azeitonas, o processo de produção e armazenamento do azeite. Qualquer dano sofrido pela azeitona durante a colheita, transporte e estocagem, causa alterações e aumento da acidez.

Além de tudo, o consumo regular do azeite extravirgem é benéfico em outros aspectos: não acumula gordura na barriga, protege dos raios ultravioletas, melhora a digestão, reduz dores e inflamações e, ainda por cima, colabora na absorção de cálcio pelos ossos.

Óleo de abacate!

O óleo de abacate é uma substância vegetal extraída do abacateiro, uma árvore originária da região da América Central e do México muito encontrada no Brasil. Seu fruto é o abacate, uma fruta rica em proteínas, vitaminas A, C e E, ácido fólico e potássio. O abacate é conhecido por ser uma fruta calórica e repleta de gorduras. No entanto, essas gorduras são boas e ajudam a controlar o nível de triglicérides e colesterol ruim.

Sendo assim, o óleo obtido a partir do abacate é muito rico em nutrientes. A extração do óleo de abacate ocorre por meio de centrifugação dos frutos quando maduros, isto é, quando estão com consistência mole – exatamente no momento em que apresentam teores mais elevados de óleo.

O óleo vegetal obtido é rico em várias substâncias que proporcionam benefícios à saúde, como lecitinas, fitoesteróis (principalmente beta-sitosterol), vitamina A e um alto teor de vitamina E, que chega a ser quase o dobro da quantidade contida no óleo de semente de uvas.

Óleo de coco!

O óleo de coco é um óleo comestível extraído do coco e pode ser usado tanto na dieta, como em tratamentos estéticos para o cabelo ou para a pele. Ele é essencialmente composto por gorduras saturadas, ou triglicerídios de cadeia média (TCM). A vantagem desses triglicerídios é que são absorvidos mais facilmente pelo corpo, principalmente no fígado, sendo convertidos rapidamente em energia e não se acumulando em forma de gordura.

Basicamente, existem dois tipos de óleo de coco: o extravirgem e o refinado. O refinado é feito com o coco seco, enquanto o extravirgem é produzido através do coco fresco.

O óleo de côco contém propriedades bactericidas, antioxidantes, antiparasitárias, hipoglicemiantes, hepatoprotetoras e imunoestimulantes. Seus principais benefícios estão em sua polpa, que quando amadurece apresenta vitaminas, minerais e oligoelementos, ou seja, nutrientes essenciais para o nosso organismo.

Dentre os minerais, podemos destacar: cálcio, magnésio, fósforo, ferro, sódio, selênio, iodo, zinco, flúor, manganês e outros elementos. Os pigmentos responsáveis pela cor branca da polpa do coco são riquíssimos em flavonoides, que combatem doenças cardíacas, evitam formação de tumores no intestino, reduzem o risco de câncer, têm ação antibacteriana, antiviral e anti-inflamatória.

Além disso, possuem uma forte atuação no fígado, estimulando a produção de enzimas que reforçam a imunidade e combatem substâncias cancerígenas. O óleo de coco fortalece o sistema imunológico, melhora o funcionamento da tireóide e reduz o nível fadiga.

Óleo de Linhaça!

Você sabia que a linhaça é um dos alimentos com maior concentração de Ômega 3?

Ômega 3 é um conjunto de ácidos graxos poliinsaturados, o que significa que eles têm duplas ligações entre as moléculas de carbono da sua estrutura, iniciando no terceiro carbono mais distante do radical carboxila, o que os diferencia dos ômegas 6 e 9. É uma definição química importante para classificar esses tipos de óleos essenciais, ou seja, óleos que os seres humanos não produzem e têm que adquirir da natureza.

Ele contribui na redução dos níveis de “colesterol ruim” e triglicerídeos e na melhora dos níveis do “colesterol bom”, influenciando também na perda de peso, redução do risco cardiovascular, melhora da função cerebral. Geralmente essa substância é encontrada em peixes e crustáceos de águas profundas, porém estes, muitas vezes estão contaminados com mercúrio, sendo então o óleo de linhaça o alimento mais seguro para a suplementação deste nutriente tão importante para o nosso organismo.

Óleo de Semente de Uva!

Pode parecer surpresa para alguns, mas a uva utilizada para a fabricação de vinho, sucos e alimentos, também serve de fonte para extração de óleo vegetal. Para fabricar o óleo de semente de uva o primeiro processo necessário é a trituração da semente. Em seguida, é feita a prensa a frio; um processo que extrai o óleo de semente de uva mantendo suas propriedades. É um processo demorado e custoso, já que, para produzir um litro de óleo, são consumidos quase 200 kg de semente de uva. Mas o resultado final é um óleo de altíssima qualidade e pureza.

O óleo extraído da semente de uva possui um elevado teor de tocoferol e ácido linoleico, que são responsáveis pelas suas diversas aplicações. O tocoferol, mais conhecido como vitamina E, é um super antioxidante que ajuda na manutenção e regeneração do tecido cutâneo, revitalizando-o. O ácido linoleico ou ômega 6 é um ácido graxo com propriedades anti-inflamatórias, muito importante na cicatrização de feridas.

Óleo de gergelim!

O gergelim é uma oleaginosa do gênero Sesamum, que possui 36 espécies, sendo a mais conhecido e comercial a Sesamum indicum L. Tendo uma excelente adaptação em regiões tropicais, o gergelim é cultivado em mais de 71 países, principalmente nos continentes asiático e africano, que representam 60% da produção mundial. Muitos acreditam que o gergelim tenha sido cultivada na Babilônia e na Assíria há quatro mil anos – o que o torna uma das culturas conhecidas mais antigas do mundo. 

O gergelim é muito utilizado na indústria alimentícia, principalmente para fabricação de pães, e na indústria de biscoitos e doces. Atualmente boa parte da produção do gergelim está sendo voltada para a fabricação de óleo vegetal e biocombustível, devido ao seu alto teor de óleo: 52% (em massa).

O óleo é extraído por meio do processo de prensagem a frio, em que as sementes passam por um compressor físico que extrai o óleo sem a alteração de temperatura ou adição de solventes, resultando em uma torta (bagaço resultado das sementes oleaginosas), rica em fibras, e no óleo, que será filtrado e refinado, ficando com uma cor amarelada.

O óleo de gergelim possui uma alta estabilidade e não rancifica facilmente, graças à sua composição. O óleo possui lignanas, sesamolina, sesamina, vitaminas A, B, C e E e alto teor de ácidos graxos insaturados (como ácido oléico e linoléico, conhecidos como ômega 9 e ômega 6). Através da decomposição da sesamolina, são formados o sesamol e sesamina, que atuam como antioxidantes e são responsáveis pela estabilidade do óleo. A presença de sesamina e lignanas podem contribuir acelerando a decomposição do álcool no fígado, além de apresentarem atividades anti-hipertensiva, imunorreguladora, anticarcinogênica, entre outras. O óleo de gergelim é comestível, podendo ser utilizado na culinária como tempero.

Graças à presença de compostos com alto potencial antioxidante, o óleo de gergelim pode trazer diversos benefícios, tanto para o organismo interno, por meio da ingestão, quanto para o organismo exterior (corpo e cabelos), possibilitando sua aplicação em cosméticos e até fármacos.

 

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